Fonte: www.ifd.com.br

Há mais uma questão a tratar. Os zigotos errados aprendem a sobreviver. É difícil passar anos a fio na companhia de quem não pode nos ajudar a florescer. Ser capaz de dizer que sobrevivemos é um feito. Para muitas, o poder está na própria palavra. No entanto, chega uma hora no processo de formação da identidade em que a ameaça, ou o trauma, já faz parte do passado. É então que se passa ao próximo estágio da sobrevivência, à cura e ao desenvolvimento futuro.

Se permanecermos no estágio de sobreviventes sem avançar para o desenvolvimento, estaremos nos limitando, reduzindo nossa energia para nós mesmas e nosso poder no mundo a menos da metade. Uma mulher pode sentir tanto orgulho de ter sobrevivido que esse sentimento prejudique seu desenvolvimento criativo futuro. Às vezes, as pessoas têm medo de prosseguir além do  status de sobrevivente, pois é exatamente isso o que ele é — um status, um marco de distinção, uma realização “pura e simples, pode apostar, pode acreditar”.

Em vez de tornar a sobrevivência a peça principal da nossa vida, é melhor usá-la como uma entre muitas insígnias, mas não como a única. Os seres humanos merecem andar cobertos de belas recordações, medalhas e condecorações por terem vivido, vivido mesmo e saído vitoriosos. Uma vez passada a ameaça, existe uma armadilha potencial se nos chamarmos por nomes adquiridos durante os tempos mais terríveis das nossas vidas. Essa atitude cria uma disposição mental que pode ser limitadora. Não é bom basear a identidade da alma exclusivamente nos feitos, nas derrotas e nas vitórias dos tempos difíceis. Embora a sobrevivência possa deixar a mulher dura como carne de pescoço, em algum ponto ela começa a inibir o desenvolvimento futuro.

Quando a mulher insiste em repetir que é uma “sobrevivente”, quando já se passou o tempo em que isso seria útil, o trabalho adiante de nós é óbvio. Devemos fazer com que a pessoa solte das mãos o arquétipo do sobrevivente. Se não o fizermos, nada mais poderá crescer. Faço a comparação dessa  atitude com uma pequena planta resistente que conseguiu  — sem água, sem sol, sem nutrientes  — produzir uma corajosa e ínfima folhinha. Apesar das circunstâncias.  No entanto, vicejar significa que, agora que passou o tema pó das vacas magras, vamos nos colocar em situações de exuberância, de luz e de nutrição para ali prosperar, vicejar com flores e folhas densas, pesadas, emaranhadas. É melhor que nos demos nomes que nos desafiem a crescer como criaturas livres. Isso é vicejar. É isso o que nos foi destinado.

Não se encolha nem recue se for chamada de ovelha negra, de indisciplinada, de loba solitária. Quem tem a visão lenta diz que o rebelde é uma praga para a sociedade. No entanto, ficou provado com o passar dos séculos que ser diferente significa estar no limite, significa ser praticamente garantido que essa pessoa vá fazer uma contribuição original, uma contribuição útil e espantosa à sua cultura.

Ao procurar conselhos, jamais dê ouvidos aos tímidos de coração. Seja gentil com eles, cumule-os de bênçãos, tente incentivá-los, mas nunca siga seus conselhos.

Se você alguma vez foi chamada de desafiadora, incorrigível, saliente, esperta, insubmissa, indisciplinada, rebelde, você está no caminho certo. A Mulher Selvagem está por perto.

Se você nunca foi chamada de nada disso, ainda é tempo. Ponha em prática sua Mulher Selvagem. Ándele! Insista.

Do livro: Mulheres Que Correm Com Lobos, por Clarissa Pínkola Estés.

Penso que o propósito em estarmos nesse mundo está relacionado com o aprender a conviver com as pessoas. Só pode ser. Caso contrário viveríamos isolados, cada um no seu planeta e sem contato físico com os outros. Mas, ainda mais importante que descobrir como lidar com os demais, é descobrir como lidar com você mesmo perante as mais diversas situações que são criadas quando vivemos em sociedade. Um dia é uma briga dos seus pais, no outro um chefe estressado, no outro uma ziquezira qualquer sua e no outro você vai ter que lidar novamente com coisas que já havia considerado resolvidas… isto me tira do sério.

Se me irrita de alguma forma, posso considerá-lo uma fraqueza a ser resolvida, hoje tenho consciência disto, o que já é uma grande ajuda no processo todo. Saber o que te incomoda, onde o seu calo aperta, é o xis da questão. Não que eu saiba de todos os meus calos, apenas de alguns… me parece que os outros são tipo camaleão, que se camuflam ao longo do tempo e ficam brincando de esconde-esconde comigo. Isto não vale.

Mas há outra verdade também, há coisas que te incomodam e que, se tu for analisar com clareza, você com certeza perceberá o tamanho da pequenez daquele “problema”. O encarando desta forma e percebendo a falta de importância deste pequeno ponto na sua vida, por mais que na hora tudo o que você vê é ele, ele perderá sua força e será colocado no lugar onde merece. No passado. Passou. Foi. E como um piscar de olhos o big problem se resolve, some, desaparece e você nunca mais irá lembrá-lo. Coisa boa.

Esse é um controle que temos. É um controle que devemos aprimorar e desenvolver. Cabe a nós e somente a nós, a responsabilidade de transformarmos o veneno em remédio, o problema em solução, a escuridão em uma imensa e bela luz.

 

 

Vale a pena conferir esta entrevista com Robert Happé. São quatro vídeos fantásticos falando sobre consciência, despertar e unidade.

Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve – Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.  Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.  Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.

Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.

Fontes:
www.youtube.com.br
www.roberthappe.net

Acredito mais em momento certo para cada coisa do que em coincidências.

Semana passada ganhei um presente de minha irmã e mãe, um pingente lindo com o desenho de uma libélula, levemente colorida. Como gosto de saber o significado dos símbolos, fui buscar o que ela estava trazendo para a minha vida, justamente neste momento. Feliz com o que encontrei, mais uma vez a Lei da Atração se manifestou.

A libélula é um símbolo da liberdade, imaginação criativa e espírito selvagem. Na astrologia das tribos norte-americanas se acredita que cada pessoa tem um totem, um espírito animal, que a acompanha e guia em certos momentos da vida. Acredito que neste momento a libélula seja o meu totem, principalmente quando o espírito deste animal inspira um esforço para a expressão dos sonhos, necessidades, esperanças e desejos conscientes, e ainda mostra-se como a essência dos ventos da mudança.

Nada mais apropriado do que uma libélula aparecer na minha vida agora, justo nesta fase em que decido algumas coisas e começo a caminhar rumo a um novo projeto de vida. Que venham as libélulas! Muitas delas!

“Você pode mutar-se em libélula para se guiar pelas névoas da ilusão para uma transformação positiva.”

Fonte: www.universodalibelula.blogspot.com

No site do Senado há uma pesquisa para saber a opinião pública sobre o Projeto de Lei 204/2011, que vai classificar a CORRUPÇÃO como CRIME HEDIONDO, e aumenta a pena dos delitos previstos nos arts. nº 316, 317 e 333 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.

Nossa opinião conta! A sua opinião não pode ficar de fora. Acesse o site do Senado http://www.senado.gov.br/noticias/principal.aspx, procure a área ENQUETE e deixe sua opinião. Sei que normalmente o povo brasileiro não é escutado, até porque, na grande maioria dos casos ele mesmo não fala nada, não expressa sua insatisfação e desejos de melhoria. Mas o que não podemos fazer é nos entregar e desistir de lutar pelo o que acreditamos, seja o que for. Somos muitos, e se gritarmos juntos será alto, muito alto.


Um vídeo muito bem montado e editado, tornando interativa a reflexão sobre se utilizar cada vez mais a bicicleta como meio de transporte. Se você mora em uma cidade como a minha, Balneário Camboriú, SC, está vacilando se ainda não usa sua bike para as atividades do dia-a-dia. É uma atitude bem pequena perto de todos o benefícios que traz: economiza combustível, energia, não polui, desestressa, não tem trânsito e, a melhor de todas, faz muuuito bem para a sua saúde.

Por Cascade Bicycle Club.

Mais uma etapa finalizada! Como é bom concluir o que iniciamos.

Conforme prometido, segue imagem final da obra de conclusão da minha pós-graduação em Artes Visuais, pelo Senac EaD. Cheguei ao final deste trajeto carregando novos conhecimentos, experiências e um 10 bem redondo! Mas esta nota não é apenas minha não, compartilho ela com todos os amigos que foram parceiros em dedicar alguns minutinhos de suas vidas corridas em prol de apenas AJUDAR outro amigo, é isso que faz toda a diferença, nas suas e na minha vida. Obrigada à Rogério Figueiredo, Adriane Figueiredo, Patrícia Natal, Alceu Neto, Eirick Veneza, Murilo Madeira, Priscila Dias e Marcelo de Lima por participarem com carinho deste projeto. Amo vocês!

CONVOCATÓRIA ARTE POSTAL
TEMA: ARTE & DESIGN GRÁFICO

Data limite para envio do postal: 03/06/2011

Participantes: Aberto a todos designers, artistas, fotógrafos, ilustradores e simpatizantes
Técnica: Ilustrações, pinturas, fotografia, colagens, caligrafia, arte digital, mistureba… enfim, tudo é possível, apenas lembre-se que seu postal deverá ser enviado pelo Correio.
Formato: 15x10cm (horizontal ou vertical)
Condições: Sem júri | Sem seleção | Sem prêmios | Sem retorno (trabalhos que transmitam violência, racismo ou insulto não serão utilizados no projeto)
Enviar para: Sofia Severo Figueiredo | Caixa Postal 31 | Cep 88.330-970 | Bal. Camboriú | SC
IMPORTANTE
* Envie seu postal pelo Correio com selos e carimbos de envio, para sua
criação incorporar o espírito Arte Postal de ser. Este é um “movimento” que possui cerca
de 50 anos e não queremos quebrá-lo ou mudá-lo agora, não é mesmo?
* As obras farão parte deu meu projeto de TCC em Artes Visuais: Cultura e Criação, que
será postado no site www.sofiasevero.com.br em Julho/Agosto 2011.
* Dúvidas: sofiasev@gmail.com.
* Muito obrigada por sua participação.